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sábado,22 de setembro de 2018

Minha história

 

"Só tenho tempo se estou ocupado"

Roque Aloisio Weschenfelder diz que é professor nas horas de folga e nas demais escreve e interage com a família e o mundo.

 

Natural de Santo Cristo - Linha Arnoldo, Roque Aloisio Weschenfelder completa 63 anos, no sábado, dia 26 de maio. Casado com Teresinha Heinzmann Weschenfelder, é pai de Julieta, Júlio César e Dione Lousan, este último, filho adotado. Reside em Santa Rosa, desde novembro de 1978. Diz que é professor nas horas de folga e nas demais escreve e interage com a família e o mundo.

Por que Professor?

Escolheu ser professor por sentir que tinha facilidade de aprender, e que tem de passar, aos outros, aquilo que sabe, além de intermediar o que os grandes mestres ensinaram através dos livros. Já menino costumava ser professor das crianças com quem brincava. Como não teve acesso a escolas de grau mais elevado, resolveu estudar por conta e fazer provas de Supletivo. Assim tornou-se professor municipal em Santo Cristo em 1973; em 2013 serão 40 anos. Graduou-se em Letras na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em 1979, mas, em novembro de 1978, mudou-se para Santa Rosa onde foi trabalhar no Setor de Lazer do SESI, até 1992.

Onde e o que trabalhou?

De 1991 a 1998 lecionou Inglês nos 1° e 2° Graus da FEMA, horário noturno. Em 1993 ingressou, via concurso, no sistema educacional do Estado do RS, atuando até o tempo presente. Aprovado em concurso, foi professor municipal de Santa Rosa de 1994 a 1998. Em Santa Rosa, atuou em diversas escolas das redes particular, municipal e estadual. Escolas particulares: FEMA, Escola Cenecista João Dahne, Dom Bosco e Liminha. Escolas Municipais: 15 de Novembro e Santa Rita. Escolas Estaduais: Visconde de Cairu, Pedro Meinerz, Érico Veríssimo de Bela União, Santos Dumont (Polivalente) e Escola de Educação Básica Cruzeiro. Em Santo Cristo trabalhou nas escolas Bom Pastor da Linha Entrada e La Salle da Linha Salto. Em Santo Cristo trabalhou nas séries iniciais até 5ª série, inclusive com alfabetização. Em Santa Rosa a atuação foi sempre com as disciplinas de Inglês, Português, Literatura e Ensino Religioso.

O Importante na Profissão

Considera importante ser conhecido como professor, embora seja poeta-cronista-contista - escritor afeito a temas. A cidade e região lembram-se dele sempre como Prof. Roque. Ressalta que o professor não pode deixar que o tempo passe por ele, mas acompanhar as mudanças e estar por dentro das novidades é essencial. Sentir prazer com a profissão e com as escolhas ocupacionais é deveras necessário. Uma vez era lousa e quadro-negro, depois veio caderno e quadro-verde, mais adiante surgiram projetores de slides e quadro branco. Hoje há a internet e as redes sociais. Um bom professor da 2ª década do século XXI precisa estar conectado com seus alunos em tempo real. Por isso o Prof. Roque dá orientações a alunos de outros Estados do Brasil, via e-mail, refaz a Faculdade de Letras na Universidade de Santa Maria, via EAD e ainda participa de um Curso de Sequência Didática, no Cenpec, também integralmente à distância. Não considera ter aprovação unânime dos alunos, mas dos vários milhares de pessoas, com quem conviveu em salas de aula, recebe reconhecimento e carinho a cada vez que encontra alguma delas. Sente muita honra em poder fazer tratamentos de saúde com médicos, consultar advogados, ser atendido em lojas e repartições as mais variadas por pessoas que foram ex-alunos.

O Tempo e a Vida

Não há momentos vazios na sua vida. Encara os mais diversos desafios, principalmente na área literária. Leitor inveterado, durante décadas devorou tudo que aparecia escrito na sua frente: jornais, revistas e livros. Sempre escrevia alguma coisa, por espontaneidade ou encomenda. A partir de 2001 começou a participar com ênfase em Concursos Literários e Textuais diversos. Assim conquistou junto com a colega Márcia Arruda e mais 20 alunos do ensino médio da Escola Pedro Meinerz, em 2002, a Viagem Nestlé Pela Literatura. Granjeou apoios importantes na ocasião, como os da professora de Artes, Elisabeth Ramos e da Bibliotecária Nara. Vale destacar alguns outros prêmios literários importantes como Crônicas do Correio do Povo em 2001 e 2002, Monografia do Rotary - RJ, em 2003. Foi destaque em Educação, pelo Rotary Santa Rosa Júnior em 2003. Muitos outros prêmios vieram nos anos seguintes, sendo em 2007 premiado pela EcoFuturo de São Paulo. Numa das fotos abaixo aparece um grande troféu conquistado, em 2008, como vencedor em Concurso de Crônicas em Cerquilho - SP. São poucos os estados brasileiros em que o nome do Prof. Roque não é destacado em algum concurso literário. O Instituto Piaget, de Almada, Portugal, acaba de classificar, pela segunda vez, um poema seu para o Cancioneiro Infanto-Juvenil, um livro editado a cada 3 anos. Em 2010 e 2011 foi o vencedor dos Concursos de Resenha Literária da Academia de letras e Artes de Ituiutaba - MG. Desde 2003 é membro correspondente da Academia Cachoeirense de Letras - Cachoeiro do Itapemirim - ES, como representante de Santa Rosa.

Livros-Solo

Em 2010 lançou o primeiro livro solo de poesia, “Mundo de Impressões” pela Editora Biblioteca24horas de São Paulo. Ainda no mesmo ano o infantil “A Borboleta Brilhante”, com apoio do Fundo Municipal de Cultura de Santa Rosa, ganhou o mundo. Em 2011 veio à tona “O Ouro dos Dias”, em parceria do autor com a “Café Pequeno Edições” de Santa Rosa. Finalmente, em 2012, sai “Restos Mort@is” pela Editora PerSe de São Paulo.

Reconhecimento

Em 2011, Prof. Roque foi escolhido Patrono da VII Feira do Livro de Santa Rosa.

Projetos Futuros

Escrever um romance e continuar a trabalhar com livros infantis e para adultos.

Ponto de Vista

Não basta fazer algo, tem de fazer tudo bem feito. Ciúme torna as pessoas cegas e impede que elas cresçam, pois o ciúme é irmão da inveja e esta impede que alguém realize bem o que pretende. Não é preciso querer aparecer, basta ser persistente que o reconhecimento vem ao natural. Simplicidade e humildade são essenciais para o sucesso nos empreendimentos. A convivência fraterna não exime alguém de ser crítico. Nada adianta criticar sem mostrar outro jeito ou caminho a seguir. Os jovens precisam de mais, muito mais incentivo para se tornarem leitores e escritores. Nunca se deve perder as oportunidades que surgem e quando algo não dá certo, outra coisa melhor está à espera.

E agora, Véio?

Hoje, já considerado idoso, Roque faz o que os jovens todos têm de fazer: Estuda, faz faculdade, participa de cursos. Anualmente chega a participar de mais de uma centena de Concursos Literários, publica como colunista em vários sites como Zulupa, Gosto de Ler, Mural dos Escritores e Recanto das Letras. Está no twitter como @profroque e tem mais de 3 mil amigos no facebook, com uma página própria, muito acessada. Também mantém blogs como www.proferoque.spaceblog.com.br- www.profroque.zip.net- http://estacidade.wordpress.com/

Algo

Pessoalmente não é fã de mensagens, principalmente aquelas que todo mundo repassa pela net. Prefere dizer algo importante sem chamar isso de mensagem: quem deixa para depois o que pode fazer agora, dificilmente vai fazê-lo algum dia. Se for preciso atribuir algo a alguém para ser feito tem de ser para quem não tem tempo, os outros estão ocupados demais com nada a fazer. Importante a Dizer

“Não sou alguém diferente, apenas um ser normal, bem inquieto. Nada me tira mais o sono do que as injustiças e a falta de educação. Os jovens somente serão o futuro se aprenderem a trabalhar honestamente e por isso é preciso acreditar neles”.

 

Arquivo
  • Peixes Voadores "Levando com nós a bandeira do Rock And Roll"
  • Dos campos do Sul às rádios da América Latina “Meter a mão na terra, e dela retirar poemas e canções, é para quem sabe que dela saiu e para ela um dia voltará”.
  • "Larguem essas coisas e vão estudar" A Amplifield foi se formando aos poucos. Inicialmente o João Bauken – Baterista, convidou o Felipe Trindade – Guitarrista, para começar a fazer um som. O músico adquiriu a primeira guitarra na troca de uma bicicleta. Felipe relembra.
  • Me faço Arte Natural de Santa Rosa, Narda Lunardi estudou, entre outras escolas, no Visconde de Cairú, onde conheceu sua verdadeira vocação, a dança, o canto e a pintura.
  • Entre pedaladas mundo afora Egon Mittelstadt, 48 anos de idade, é natural de Santa Rosa, formado em Educação Física pela UNIJUÍ, professor de Taekwondo, Árbitro Esportivo e Ciclista.
  • Leitura como paixão! Natural de Campina das Missões, Jacob Petry é formado em filosofia pela Unijuí, tem 40 anos e desde 2006 mora na pequena cidade Hachensach, dos Estados Unidos.
  • Da arte do futebol para arte do teatro Denilson Levy, veio do Rio de Janeiro para “beber a água dos rios de Santa Rosa”.
  • Desafios como incentivo para viver Rosamélia Mensch Klein, viúva, aposentada, dona de casa, 72 anos de idade, filha de empresário, é natural da cidade de Ijuí.
  • Teatro para melhorar a vida das pessoas Natural do município de Giruá, Maria Inez Flores Pedroso, veio para Santa Rosa com nove anos de idade.
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